sábado, 6 de abril de 2019

Furar a Economia ii - Spinoff da vivência social

O capitalismo, que de cada um de nós tira o segredo mais obscuro que escondemos, o egoísmo. A verdade sobre o egoísmo aceita muito só na visão da sociedade. O conceito de comportamento pró-social assenta num tipo de comportamento voluntário cujo objetivo será o benefício do(s) outro(s) ou da sociedade em geral. Este, segundo alguns autores, pode subdividir-se em Altrísmo e Egoísmo, sendo que o primeiro não procura contapartida pessoal no comportamento que realiza. Um assunto que já abordei num relatório, que eventualemnte poderá ser disponibilizado. Resumidamente, todo o comportamento uma base egoísta visto que é do interesse de cada indivíduo o melhor para a sociedade. Therefore, então o porquê deste modo de vida tão selfcentered e "egoista"? Não descurando o não haver de um propósito maior, falemos do controlável e vivível, do momento, do dia a dia. Porque não é essa falta de propósito a motivação e a inspiração? É o único elemento que conseguimos "controlar" neste estado. Como passamos de um dia para o outro, com quem o passamos. E muitas vezes a nossa zona de conforto temos de ser nós a criá-la por falta da original, porque essa desapareceu. Criar mudança no dia a dia, para o tornar mais fácil de desfrutar. Ignorar a vontade da lama para chegar ao ouro ou o chegar ao ouro em si, criamos ouro. Alquimia e cenas. Mas entre pessoas, em relações, pseudo-relações, amizades, tudo. Fazer a diferença. E porque não começar pela economia de cada um, porque não começar pela de todos. Uma rotura dogmática pela calada. O maior feito robinhoodesco da história. A melhor missão impossível. Um filme perfeito para um Nicholas Cage do Tesouro de 2004. Bué de Nicens.