sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Padrões, decisões e eficiência

Pela primeira vez em bastante tempo escrevo. E escrevo com título à priori com o objetivo de foco, tentar pensar apenas num tema sem divagar. Mas divago.
O título, o objetivo, padrões. Porquê? Pela existência infindável destes e pela minha procura obessessiva deles. Acredito que realmente tudo tem um padrão e ou nos é desconhecido ou então não temos capacidade de o compreender. Padrão no sentido de conjunto reconhecível de características que permitem fazer suposições de que o comportamento continuará similar.
E porquê a busca incessante? Pelo poder de reconhecer um e agir de acordo com ele. Trial and Error. Base das ações humanas. A compreensão dos padrões que nos rodeiam ajudam a prever situações e o desenrolar delas, de modo a que a decisão nos leve ao caminho pretendido ou que não nos tire desse.
É este poder que pode evitar situações menos favoráveis. No entanto é a procura destas situações que me inquieta, a verdadeira razão deste texto. Tendo noção, muitas vezes mais que mínima, do conjunto ação-reação, por vezes o nosso subconsciente age de modo a criar uma situação menos favorável. Será propositado ou será apenas um bug da mente humana? Se bem que também pode ser um bug da minha mente e os outros não terem este "problema". Acho que não.
Por outro lado, consideremos o efeito surpresa que deixa de existir. Positivo ou negativo? Positivo nas situações potencialmente más pela preparção que passa a ser possível ou simplesmente pelo resultado expectável atenuar o impacto deste. Negativo por tornar o dia a dia banal? Porque se virmos cada indivíduo como um padrão individual e previsível, a maior parte das ações e comportamentos excaixar-se-ão dentro desse padrão, o que pode tornar qualquer interação fútil e desnecessária, "mais do mesmo". Algo que pode ser importante na previsão de comportamentos passa por ser mais fácil agir de acordo, acomodar ou esperar certas reações, tornando a interação mais eficiente. Neste sentido, a ineficiência, sendo moduladora do avanço, seja ele qual for, impede o crescimento. Será então o crescimento algo que se pode tornar banal e fútil, o estado continuado e estável ser o mesmo que a estática. Qual a solução? Decrescimento? Pode daí surgir a tentativa de sabotagem ou ineficiência inconsciente? O entrosamento excessivo do que é a necessidade do ying e yang da coisa pode tornar-se num bottleneck existencial. O que por outro lado remete para a força do subconsciente como sabotador existencial. Este sabotador que nos permite atingir formas de self harm que nunca nos passaria pela cabeça a sujeição a, quanto mais a procura de. Será por esta razão que nos sujeitamos a muitas situações não ideiais mas que damos valor negativo necessário para o já referido crescimento. Porque as histórias de esforço e de underdogs são o dia a dia, são o que nos incutem hoje em dia, a cultura de trabalho.
Questão: Eficiência? Nas decisões baseadas em padrões já não tanto porque divago com a envolvente, mas o underdogging é real.

sexta-feira, 12 de julho de 2019

Nada

Porquê nada? Porque as soluções não o são na verdade. O melhor cenário tende para estático assim como o pior também. O extremo de qualquer solução a longo prazo seja ela positiva, negativa, mediana, continua sempre por ser um estado estático. Será a melhor forma de enfrentar a vida o "aceitar", o settle? O cagar e andar? Não,  porque aí acabamos por não vivenciar verdadeiramente, portanto o aceitar não traz diferença entre situações, pelo que não as vivenciamos verdadeiramente. No entanto, a procura do melhor estado acaba por ser a procura de um estado estático de felicidade. Portanto só seria verdadeira durante algum tempo. Podemos assumir que os extremos e perceção dos mesmos dura o tempo que demoramos a adquiri-la? Estupidamente só compensa ser feliz a partir do meio da vida? Crise de meia idade é isso??? Sei lá. Mas a então compensa sofrer ao máximo até lá? E se quebrarmos antes? E acabou-se a inspiração....

domingo, 2 de junho de 2019

Ou não é nada?

Os componentes, pessoas, indivíduos da vida, cada um com foco, propósito, atitudes, reações, feitios e temperamentos. E formas de os transparecer para os outros. Diferenças de partida, mas chegada igual. Partida sem avanço e um deles fica no lodo. Isto é o revermo-nos nos outros, é porque há tantas opções e tantas coisinhas diferentes que acaba por haver uma triangulação a dois, é essa a conexão ou desconexão que tempos com os outros, com o que eles fazem, aparentam, dizem, agem, para a sociedade, para o todo, para nós, individualmente, nós uma multidão. Qual o nexo então? O objetivo, o propósito? Quando as condições de partida são diferentes, outras iguais, todo um lâbes de componentes de vida e vivência, um turbilhão deles. E quê?
Pede-se que ocorra uma limitação do pensamento às conexões de lá para cá e focar nos outros? Ou pensar no que vai, de cá para lá, com propósito, mas o nosso e não dos outros? Ou será esta segunda alternativa também uma limitação do pensamento? Uma limitação do bem maior ou um boost? Qual a combinação de ação e reação a escolher? Qual a correta? É sequer uma escolha? É uma escolha que vai fazer alguma diferença?
Ou não é nada?

sábado, 25 de maio de 2019

Crónica de Sueca

No fim, ganha quem tem o pau maior e na dúvida joga-se ouros. Já todos deviam saber. Parceiro escuro de barba e maçetes de ouros. Sorte do Mário no jogo, o mítico "Le effect Duarrrte" a ser cancelado por um presidente que não vai pinar. Renúncias porque me cortaram a manilha... Le fake, tinha copas. Mas a sorte ao jogo varia com as presenças, tanto na mesa como na casa de jogo. E pergunto-me se não será melhor aquele seco a espadas que dá segurança ao jogo do parceiro do que um peixinho de duques que dá uma conhecer uma menina de cabelos roxos. Se bem que me saiu um peixinho de ternos e quase outro de duques mal ela saiu. Não a roxa, a outra, aquela cralhes. É isso mesmo, percebeste. Mas, foda-se, mal ela sai o jogo cai mal? Como? Ela está, ases e Duarte "Biscas", sempre siga, passagens, sempre siga. Ela sai, sai também um trunfo para o meu freixo. Como intrepretar, ou há que intrepretar? Pode não haver como, pode não haver o que intrepretar. Mas não tenho como pensar. Digo eu nervoso que vou assumir a presidência do sporting, mas nada.
Todo burro vou carregando os pesos que levo do Bloco Verbal, fazendo de mula para ir fazer companhia ao pato, é o que é, Bics fodidos.
Mas o que faço eu, X, daqueles sistemas com 10 linhas e 42 variáveis. E ainda por cima diz me que não vou apanhar as manilhas porque a passagem não aparenta forte suficiente. E aquela de espadas que já me passou já há muitos bastantes jogos atrás, no início das passagens. Mas agora aproxima-se a suecada no américo, é fodidins. Esse é que vai ser um daqueles que vamos dar quatro, TIAGo VAMOS DAR QUATRO!!! Aquele trocar de naipe na cor, jogar pra livar a palha para pegar em tudo no fim com a dama de pau. Ai a dama de pau.

Duuuuuuuuuuuuuuuuu
DuuurruuuRuuuuuRuuuuuruuuuuuuuuuuuuuuuu

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Mais uma vez, dúvidas.

Mais uma vez, dúvidas. Até dar com uum pau, como sempre. Mais do mesmo, mas cada vez mais dentro, mais profundo, cada vez mais fazem pensar. E muitas vezes não pensar acaba por fazer o melhor. Não consigo processar algumas coisas que aconteceram, umas porque penso nelas, outras porque não pensei e deixei acontecer. Aprender devagar a deixar a luta para o ringue e não para a cabeça. Mas o que fazer se continuam a aparecer vislumbres de uma vida antiga, do mal a surgir do bem, as melhores pessoas a fazerem o pior, o bom a surgir do mau e não acreditar nessa possibilidade. Alguém que faz das piores coisas que conhecemos, o maior mal que já vimos na vida, mesmo à nossa frente... Como ultrapassar isso? Ver alguém próximo a sofrer ou pelo menos na nossa cabeça sofre ou pode vir a sofrer e acabamos por alienar alguém que não o merece? Pelo menos é o que me dizem. Como é que sei se é merecido ou não? Não sei.
Como é que "ultrapassamos" ver alguém que cremos ser um ser humano dos mais puros a tomar tamanha atitude? Deixamos andar e já passou? Porque agora já não me faz diferença, mas no momento bateu, no momento magoou, no momento fez sofrer, fez voltar atrás. E agora?
Mas adiante... falando de bruxas, como é que podemos realmente ajudar alguém? Disseram-me no outro dia que não o conseguimos fazer sem primeiro estarmos nós bem. E percebo como na teoria pode ser difícil puxar alguém de um buraco estando nós lá também. Mas Nem todos estamos no mesmo buraco e em vez de puxar as pessoas, podemos empurrá-las para fora, fazer escadinha, qualquer coisa, que as ajude a subir. Mas qual é o impacto que isso tem sobre quem ajuda? Afunda mais o buraco ou o ajudar acaba também por curar um pouco do interior? E será que é isso que é preciso? Num mundo em que temos a certeza de que somos todos egoístas (ou alguns de nós têm a noção ou achamos que sim, como acontece com burros como eu) como é que deixamos os outros fazerem o que eles acham melhor mas que nos custa ver? Como aceitar quando alguém nos diz que há uma forma melhor de fazermos a nossa vida? Uma das frases que gosto mais de dizer e viver é "Há sempre uma forma de fazermos o que queremos da melhor forma possível para quem nos rodeia" maixomenos qualquer porra assim. Ou seja, podemos sempre tirar o melhor partido de cada situação e esse proveito ser nosso e dos outros. Mas o que fazer quando damos mais enfase ao proveito dos outros do que ao nosso? O que fazer quando o nosso propósito "temporário" é dar tudo aos outros? Fazer sempre o melhor para eles? Ter medo de qualquer decisão nossa pelo que afeta os outros?

Porque é que o que vejo como solução para mim é a pior das opções que pode haver para quem me rodeia? Como sacrificar o bem estar pelos outros mesmo quando este não chega para nos encher?

sábado, 6 de abril de 2019

Furar a Economia ii - Spinoff da vivência social

O capitalismo, que de cada um de nós tira o segredo mais obscuro que escondemos, o egoísmo. A verdade sobre o egoísmo aceita muito só na visão da sociedade. O conceito de comportamento pró-social assenta num tipo de comportamento voluntário cujo objetivo será o benefício do(s) outro(s) ou da sociedade em geral. Este, segundo alguns autores, pode subdividir-se em Altrísmo e Egoísmo, sendo que o primeiro não procura contapartida pessoal no comportamento que realiza. Um assunto que já abordei num relatório, que eventualemnte poderá ser disponibilizado. Resumidamente, todo o comportamento uma base egoísta visto que é do interesse de cada indivíduo o melhor para a sociedade. Therefore, então o porquê deste modo de vida tão selfcentered e "egoista"? Não descurando o não haver de um propósito maior, falemos do controlável e vivível, do momento, do dia a dia. Porque não é essa falta de propósito a motivação e a inspiração? É o único elemento que conseguimos "controlar" neste estado. Como passamos de um dia para o outro, com quem o passamos. E muitas vezes a nossa zona de conforto temos de ser nós a criá-la por falta da original, porque essa desapareceu. Criar mudança no dia a dia, para o tornar mais fácil de desfrutar. Ignorar a vontade da lama para chegar ao ouro ou o chegar ao ouro em si, criamos ouro. Alquimia e cenas. Mas entre pessoas, em relações, pseudo-relações, amizades, tudo. Fazer a diferença. E porque não começar pela economia de cada um, porque não começar pela de todos. Uma rotura dogmática pela calada. O maior feito robinhoodesco da história. A melhor missão impossível. Um filme perfeito para um Nicholas Cage do Tesouro de 2004. Bué de Nicens.

terça-feira, 2 de abril de 2019

Furar a Economia - A inspiração

Lil Dicky a inspiração, a vida motivação, a planta raciocínio, agente vontade. Fazer um capitalismo social, nem uma nem outra mas ambas as duas. Capitalismo pela ótica do bom comum, não aos impérios, mas às pequenas especializações comunitárias. Ter um homem das batatas, um das pêras e mação, o dovinho e do azeite, o das ervas e o dos laticionios e carnes. Não ao extremo, não medieval mas com o intuito de cada um poder pegar na sua quota de mercado e ganhá-la, satisfazê-la e ganhar o seu. Ganhar pela diferenciação do preço, contacto com o cliente, tato com o mesmo, bizz puro. Fazer o melhor e máximo possível para nós e para os outros, para subsistir, e subsistir-mos. Para fazermos a vida e disfrutar, todos.

DJ de sala de estudo

Mais um dia, mais uma voltinha, desta vez a ouvir música nas colunas de uma sala com fones de uma alergia qualquer. Mais um momento de indivíduo, mais um momento de indivisibilidade, novamente fazendo contas aos drifts. Mais se adiciona, menos se soma, como um expoente de dízima, cada vez um maior mais pequeno. Mais é menos, e mais com menos não é mais.

terça-feira, 26 de março de 2019

Vice SuperLocka (Dieta de Esquilo )

Ya, título de cegueira. Se me apetecer depois explico. Mas pra já:
- Bock
- Vice News
- O óbvio, mas não o mais óbvio
Este óbvio que vem da relação adquirida através do óbvio e pouco óbvio. Bué de nicens.

Olho em volta para ver se alguém percebe quão chocado estou com esta situação de vida. Irmandade, paternidade, maternidade e isso tudo. (o Duque não quer saber) Paro na conversa de lembranças, cevada oferecida e ouvidos abertos moucos. Paro no alfabeto do caos ordenado, piadas de quinto ano e no cigarro. Paro no caudal a fluir por um caminho não esperado, numa espera sem cábulas. Paro na fluidez que advém, paro num fluke. Paro no fluke. E fico, porque o que é um fluxo contínuo no mar, a água vem de outro ou de um rio. Uma gota de sumo num lago é bastante, quando comparamos com o mar. Mas se o sunquick não fosse solúvel na água salgada, ao ir à praia, só levávamos com algas, mas não com o sumo que sabemos lá estar. Como a poluição no ar, ignoramos muito o geral que acaba por muitas vezes ser específico. Quando escreves o título ainda no início do pensamento, T9 no fundo, 8D muda a linha. Assim como o abrir a barragem. Quando o objetivo é o esperado mas a descoberta faz crescer e saber mais. O achar saber o que se vê e sente, muitas vezes não é representativo da realidade, assim como não é o momento. Porque o sumo da vida se resume a esses momentos, embora inesperados, sempre cientes da sua existência. Perceber melhor. O eu, o tu, o eles, o nós, o vós e aqueles. Perder a perspetiva do esperado e objetivado, para realementeo alcançar. Indo malandra, como dizia o outro, repara que o Berto e o Ricki, muda a perspetiva.
E para me o lava-pés e o tropeço do telhado, ajudado por toda uma incógnita do  não saber. E assim arrumo o alfabeto trocando pelo sistema de 5 linhas.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Mousse de arroz

Relações em dúvida, confianças dadas postas em causa. Algo que me apoquenta. Andamos todos muito distanciados do que é a verdade das pessoas. Do que é cada um, do que cada um quer, como cada um age. Muitas vezes um anjo não o é, mas apesar de tudo continua a achar que é o ar que respiro. Ajudam, muito, e até parece pureza de atitude, mas lá no fundo sei que não. Mas forço-me a acreditar que sim, porque é bonito, porque é bom, é ótimo alguém se preocupar realmente connosco. Mas quem é que se preocupa mais no nosso sucesso? É quem nos ajuda no momento em que nós pedimos e depois liga para ver se está tudo bem ou é quem pergunta "porque te pês a jeito?" e liga a dar na cabeça e a pedir para não te pores a jeito? Quem se preocupa mais? Se formos pelo lado de que cada um faz por si, cada um vai sempre procurar o que é melhor para si e para os seus, que acredito piamente que é o que todos devemos fazer, qual deles é mais correto? O que é ser correto? Não dá pra saber. Qual é mais genuino? Não dá pra saber. E porquê? Porque não dá pra distinguir. Porque achamos que que sabemos mas mais coisas põe isso em causa. Todos temos costas, o mundo tem muita gente pra falar nelas e muitas coisas sabemos sem serem "suposto" sabermos. Mas  na verdade qual das preocupações é a mais genuina no sentido de "amor", querer o bem estar? Não conseguimos saber, porque simplesmente não dá. Então porque é que o procuramos? Porque é que damos a nós próprios oportunidades para falhar? Estudar todo pardal para um teste relativamente importante, no próprio dia, estar na dúvida para com uma relação, ficar a fazer de vela num momento que sabemos que não o devíamos estar a fazer. O momento de pausa para cigarro isso é que é importante, o nosso tempo, o tempo de pausa. E se pensarmos no nosso tempo, nas nossas atitudes, quais é que são realmente de amor, as racionais ou as emocionais? O afastar de uma pessoa boa para nós porque lhe fazemos mal ou afastarmo-nos de alguém que achamos que nos faz bem, porque até faz mas até pode não ser bem assim? Qual é que é o mais correto? Qual é que dói mais? Sermos nós a forçar o afastamento desse bem estar ou o bem estar ser falso? Será que o falso é verdadeiro? Ou pode-o ser? Até porque eu próprio já estive em posições em que duvidei do meu "amor" por uma pessoa, por várias até, mas confiei em mim próprio, nos meus sentidos e, por paneleirice, sentimentos. Mas o que acontece quando eles não nos dão resposta alguma? Quando sentir é forçado e temos de dar um espetáculo à sociedade como quem não preparou uma apresentação de português do 10º ano mas precisamos daquele 15 manhoso para ninguém se preocupar porque é só peso que coloca em nós mesmos, o que se faz aí, qual é o passo seguinte? Ou não o há?
Daqui todas as questões sobre relações, sejam de que tipo forem, mas mais importante, dos que nos estão mais próximos e por quem queremos fazer muito, porque acreditamos que temos de nos dar aos outros. E respondendo à questão, ponho-me a jeito porque não o sei de outra forma. Isto apenas neste momento, porque não sei até que ponto tenho consciência do todo, pelo menos do meu todo, porque é o que mais duvido. Se me conheço a mim, se consigo conhecer os outros, porque são certezas que já tive, mas já não habitam nas didascálias do teatro que parece a vida que vejo passar em frente dos meus olhos.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Vida, Deus e Sopa de um Brasileiro

Vida, Deus e Sopa, uma ótima combinação para um bom texto. Claramente uma merece mais explicação que as outras, no entanto vai ser a única que vai ser usada tanto como metáfora como objeto de estudo. Começando pelo início, a vida. Algo tão "fácil" que é só seguir em frente, é só andar, mais um dia, mais uma voltinha. Mas realmente, o dia a dia é fácil, é brincadeira de meninos. O conteúdo, o suminho que se tira é que é complicado, porque um dia não significa nada numa vida que é grande, quando chega a noite, quando chega a hora de relaxar e descontrair, há muita pressão para trazer o suminho. O problema é realmente que eu adoro bolos, todos adoramos, mas muitos não se apercebem que um chazinho ou um suminho ajuda mais a engolir as coisas dificeis da vida. Deus, que nalguns momentos a vida nos mostra que se calhar não é bem assim, falando tanto da existencia como a não existência desta divindade. Teste de fé para uns, iluminações para outros. Mas quando um brasileiro para à tua beira mesmo no momento em que alguém diz com muito carinho "porque é que te pões a jeito?" e a conversa desenvolve para o sentir em casa, para o fazer a nossa própria sopa, porque o gajo queria plantar nabos na quinta e fazer sopinha, porque sopa é a comida que acaba por representar o estar em casa. E isto numa noite em que tudo corre mal, uma falta de noção que é percebida por alguém como uma verdade, uma iluminação vinda do nada causa uma dúvida nos momentos certos, relações são estreitadas, outras postas em dúvida, algumas de tal maneira que que fazem duvidar do conhecimento que podemos ter sobre os outros, principalmente quando dependemos bastante disso para o dia a dia, a perceçãp, o perceber as pessoas e as intenções, para lidar com isso da melhor maneira possível para nós mas que acabamos por fechar os olhos às consequências por essas intenções, pelo que os outros querem. E nisto ser culpado, não conscientemente por nós mesmos, mas pelos que sofreram porque não tomámos atenção, que só quisemos sempre ajudar, quando tentamos porque tomámos a atenção suficiente, avisamos a tempo, mas mesmo assim o sofrimento ou maus resultados acontecem na mesma, começamos a ponderar qual é realemente a sopa que nós como indivíduos podemos fazer para nós e para os outros, que suminho é que conseguimos tirar para poder realmente aproveitar os bolos da vida. É.
Não querendo dar gaspi nem mandar knowledge, só mesmo conhecimento e dúvidas para nínguém ler.