Os componentes, pessoas, indivíduos da vida, cada um com foco, propósito, atitudes, reações, feitios e temperamentos. E formas de os transparecer para os outros. Diferenças de partida, mas chegada igual. Partida sem avanço e um deles fica no lodo. Isto é o revermo-nos nos outros, é porque há tantas opções e tantas coisinhas diferentes que acaba por haver uma triangulação a dois, é essa a conexão ou desconexão que tempos com os outros, com o que eles fazem, aparentam, dizem, agem, para a sociedade, para o todo, para nós, individualmente, nós uma multidão. Qual o nexo então? O objetivo, o propósito? Quando as condições de partida são diferentes, outras iguais, todo um lâbes de componentes de vida e vivência, um turbilhão deles. E quê?
Pede-se que ocorra uma limitação do pensamento às conexões de lá para cá e focar nos outros? Ou pensar no que vai, de cá para lá, com propósito, mas o nosso e não dos outros? Ou será esta segunda alternativa também uma limitação do pensamento? Uma limitação do bem maior ou um boost? Qual a combinação de ação e reação a escolher? Qual a correta? É sequer uma escolha? É uma escolha que vai fazer alguma diferença?
Ou não é nada?
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