No fim, ganha quem tem o pau maior e na dúvida joga-se ouros. Já todos deviam saber. Parceiro escuro de barba e maçetes de ouros. Sorte do Mário no jogo, o mítico "Le effect Duarrrte" a ser cancelado por um presidente que não vai pinar. Renúncias porque me cortaram a manilha... Le fake, tinha copas. Mas a sorte ao jogo varia com as presenças, tanto na mesa como na casa de jogo. E pergunto-me se não será melhor aquele seco a espadas que dá segurança ao jogo do parceiro do que um peixinho de duques que dá uma conhecer uma menina de cabelos roxos. Se bem que me saiu um peixinho de ternos e quase outro de duques mal ela saiu. Não a roxa, a outra, aquela cralhes. É isso mesmo, percebeste. Mas, foda-se, mal ela sai o jogo cai mal? Como? Ela está, ases e Duarte "Biscas", sempre siga, passagens, sempre siga. Ela sai, sai também um trunfo para o meu freixo. Como intrepretar, ou há que intrepretar? Pode não haver como, pode não haver o que intrepretar. Mas não tenho como pensar. Digo eu nervoso que vou assumir a presidência do sporting, mas nada.
Todo burro vou carregando os pesos que levo do Bloco Verbal, fazendo de mula para ir fazer companhia ao pato, é o que é, Bics fodidos.
Mas o que faço eu, X, daqueles sistemas com 10 linhas e 42 variáveis. E ainda por cima diz me que não vou apanhar as manilhas porque a passagem não aparenta forte suficiente. E aquela de espadas que já me passou já há muitos bastantes jogos atrás, no início das passagens. Mas agora aproxima-se a suecada no américo, é fodidins. Esse é que vai ser um daqueles que vamos dar quatro, TIAGo VAMOS DAR QUATRO!!! Aquele trocar de naipe na cor, jogar pra livar a palha para pegar em tudo no fim com a dama de pau. Ai a dama de pau.
Duuuuuuuuuuuuuuuuu
DuuurruuuRuuuuuRuuuuuruuuuuuuuuuuuuuuuu
sábado, 25 de maio de 2019
quinta-feira, 16 de maio de 2019
Mais uma vez, dúvidas.
Mais uma vez, dúvidas. Até dar com uum pau, como sempre. Mais do mesmo, mas cada vez mais dentro, mais profundo, cada vez mais fazem pensar. E muitas vezes não pensar acaba por fazer o melhor. Não consigo processar algumas coisas que aconteceram, umas porque penso nelas, outras porque não pensei e deixei acontecer. Aprender devagar a deixar a luta para o ringue e não para a cabeça. Mas o que fazer se continuam a aparecer vislumbres de uma vida antiga, do mal a surgir do bem, as melhores pessoas a fazerem o pior, o bom a surgir do mau e não acreditar nessa possibilidade. Alguém que faz das piores coisas que conhecemos, o maior mal que já vimos na vida, mesmo à nossa frente... Como ultrapassar isso? Ver alguém próximo a sofrer ou pelo menos na nossa cabeça sofre ou pode vir a sofrer e acabamos por alienar alguém que não o merece? Pelo menos é o que me dizem. Como é que sei se é merecido ou não? Não sei.
Como é que "ultrapassamos" ver alguém que cremos ser um ser humano dos mais puros a tomar tamanha atitude? Deixamos andar e já passou? Porque agora já não me faz diferença, mas no momento bateu, no momento magoou, no momento fez sofrer, fez voltar atrás. E agora?
Mas adiante... falando de bruxas, como é que podemos realmente ajudar alguém? Disseram-me no outro dia que não o conseguimos fazer sem primeiro estarmos nós bem. E percebo como na teoria pode ser difícil puxar alguém de um buraco estando nós lá também. Mas Nem todos estamos no mesmo buraco e em vez de puxar as pessoas, podemos empurrá-las para fora, fazer escadinha, qualquer coisa, que as ajude a subir. Mas qual é o impacto que isso tem sobre quem ajuda? Afunda mais o buraco ou o ajudar acaba também por curar um pouco do interior? E será que é isso que é preciso? Num mundo em que temos a certeza de que somos todos egoístas (ou alguns de nós têm a noção ou achamos que sim, como acontece com burros como eu) como é que deixamos os outros fazerem o que eles acham melhor mas que nos custa ver? Como aceitar quando alguém nos diz que há uma forma melhor de fazermos a nossa vida? Uma das frases que gosto mais de dizer e viver é "Há sempre uma forma de fazermos o que queremos da melhor forma possível para quem nos rodeia" maixomenos qualquer porra assim. Ou seja, podemos sempre tirar o melhor partido de cada situação e esse proveito ser nosso e dos outros. Mas o que fazer quando damos mais enfase ao proveito dos outros do que ao nosso? O que fazer quando o nosso propósito "temporário" é dar tudo aos outros? Fazer sempre o melhor para eles? Ter medo de qualquer decisão nossa pelo que afeta os outros?
Porque é que o que vejo como solução para mim é a pior das opções que pode haver para quem me rodeia? Como sacrificar o bem estar pelos outros mesmo quando este não chega para nos encher?
Como é que "ultrapassamos" ver alguém que cremos ser um ser humano dos mais puros a tomar tamanha atitude? Deixamos andar e já passou? Porque agora já não me faz diferença, mas no momento bateu, no momento magoou, no momento fez sofrer, fez voltar atrás. E agora?
Mas adiante... falando de bruxas, como é que podemos realmente ajudar alguém? Disseram-me no outro dia que não o conseguimos fazer sem primeiro estarmos nós bem. E percebo como na teoria pode ser difícil puxar alguém de um buraco estando nós lá também. Mas Nem todos estamos no mesmo buraco e em vez de puxar as pessoas, podemos empurrá-las para fora, fazer escadinha, qualquer coisa, que as ajude a subir. Mas qual é o impacto que isso tem sobre quem ajuda? Afunda mais o buraco ou o ajudar acaba também por curar um pouco do interior? E será que é isso que é preciso? Num mundo em que temos a certeza de que somos todos egoístas (ou alguns de nós têm a noção ou achamos que sim, como acontece com burros como eu) como é que deixamos os outros fazerem o que eles acham melhor mas que nos custa ver? Como aceitar quando alguém nos diz que há uma forma melhor de fazermos a nossa vida? Uma das frases que gosto mais de dizer e viver é "Há sempre uma forma de fazermos o que queremos da melhor forma possível para quem nos rodeia" maixomenos qualquer porra assim. Ou seja, podemos sempre tirar o melhor partido de cada situação e esse proveito ser nosso e dos outros. Mas o que fazer quando damos mais enfase ao proveito dos outros do que ao nosso? O que fazer quando o nosso propósito "temporário" é dar tudo aos outros? Fazer sempre o melhor para eles? Ter medo de qualquer decisão nossa pelo que afeta os outros?
Porque é que o que vejo como solução para mim é a pior das opções que pode haver para quem me rodeia? Como sacrificar o bem estar pelos outros mesmo quando este não chega para nos encher?
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