segunda-feira, 12 de outubro de 2020

A vaca que parecia o rego do canalisador

Confrontos, começa pesado. Porque é uma das coisas que flutua conforme o quer e não quer. Um dos lados puxa me o outro não. Mas é o que puxa que eu não confronto. É a dificuldade? É por não querer? É por me estar a cagar que sai mais fácil? Porque nessa altura é a cabeça que toma conta. Mas e o lado que puxa, que tem gravidade, que parece ter gravidade? Faz me voltar ao puro



Não consigo pôr o peso em mais ninguém

Isso é que é puro. Aquele momento foi puro.  Acalmei. E digo acalmei porque acalmou tudo... tudo... a respiração, a cabeça, o bater do coração, o mundo. Acalmou o mundo. Aquela sala de chuto virou safe place, tão seguro.

É essa segurança que procuro? Ou é, voltando ao cliché fodido que é quero amor. Porque quero. Mas é preciso isso? Ou é a conversa de ter de procurar isso dentro de mim? Porque não encontro. Só me faz sentido os outros. A vida dos outros, dar aos outros. Sei que isso no fundo é querer receber o mesmo. E gosto de receber, aquece me. Mas mais importante, acalmou me

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